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segunda-feira, 1 de abril de 2013

Da crise do excesso de falta de abundância





Pode-se ler aqui.


Investigadores alemães concluíram que o aquecimento global contribuiu para um Inverno mais chuvoso e prolongado e que o Verão este ano não vai ser muito quente.


Filipe Duarte Santos, professor catedrático especialista em alterações climatéricas, disse, em entrevista ao Correio da Manhã, que o aquecimento global contribui para Invernos mais severos.
«No Ártico, existe uma grande quantidade de gelo a flutuar que, de ano para ano, está a perder extensão e espessura devido ao aquecimento global. Com menos gelo, há mais água a absorver radiação e a aquecer», explicou.
No entanto, o que está a surpreender os investigadores é o facto de o ar polar Ártico estar a ficar mais quente e a alterar a circulação global da atmosfera, empurrando o ar polar frio para latitudes mais baixas.
«Nas nossas latitudes (o ar polar do ártico), provoca um acréscimo de precipitação, apesar de a tendência ser para maiores períodos de seca. Estamos com uma Primavera com muita chuva, mas para o ano já poderá ser de muito calor. O certo é que teremos fenómenos mais extremos», disse  Filipe Duarte Santos

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

A Máfia do clima em alerta!




Mitt Romney duvida da ligação de emissões com as alterações climáticas (recolhido aqui)
Embora Romney se mantenha atrás de Obama, a União Europeia teme pelo futuro das conversações e medidas internacionais para as Alterações Climáticas.
O candidato Republicano mantém-se atrás de Barack Obama na corrida às presidenciais norte-americanas, mas foi desvendada alguma preocupação na União Europeia sobre o futuro das conversações climáticas no caso de Mitt Romney ganhar.
Faz agora um ano que Romney declarou que não se conhece as causas das Alterações Climáticas e que a ideia de gastar triliões de dólares a tentar reduzir as emissões de CO2 não é um rumo para os EUA. 
Há um mês, parecia ter recuado um pouco ao afirmar num debate que acreditava que a actividade humana podia estar a contribuir para o aquecimento global mas posteriormente referiu que não há suficiente consenso científico nesta matéria que justifique dar prioridade a acções antes de uma maior consolidação da investigação.
Em Bruxelas considera-se que em caso de ganhar a abordagem às alterações climáticas passaria a ser completamente diferente e que poderá ter consequências no rumo entre diversos países, principalmente nos casos do Canadá e da China.