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quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Em apoio a Jean Leonetti, maire de Antibes




Recebido por e-mail:


Soutien à Jean Leonetti, maire d'Antibes...

Des parents d'élèves musulmans demandent la suppression de la viande de porc dans les  cantines des écoles d'Antibes. Le maire a totalement refusé, et la mairie a envoyé une note à tous les parents pour s'en expliquer.
" Pour que les musulmans comprennent qu'ils doivent s'adapter à la France, à ses  coutumes, à ses traditions, à son mode de vie, puisque c'est là qu'ils ont choisi d'immigrer.


Pour qu'ils comprennent qu'ils doivent s'intégrer et apprendre à bien vivre en  France,
Pour qu'ils comprennent que c'est à eux de modifier leur mode de vie, et non aux  Français qui les ont généreusement accueillis,
Qu'ils comprennent que les Français ne sont ni xénophobes ni racistes, qu'ils ont accepté de nombreux immigrés avant les musulmans, (alors que l'inverse n'est pas vrai: les musulmans n'acceptent pas d'étrangers non musulmans surleur
 sol).
Que pas plus que les autres peuples, les Français ne sont prêts à renoncer à leur identité, à leur culture, malgré les coups bas des  internationalistes,
Et que si la France est une terre d'accueil, ce n'est pas Aurélie Filippetti et la gauche bobo qui accueille les étrangers, mais le peuple Français dans son ensemble.


Qu'ils comprennent enfin qu'en France, avec, et non malgré, ses racines judéo-chrétiennes, ses sapins de noël, ses églises, et ses fêtes religieuses, la religion doit rester dans le domaine privé, la mairie a eu raison de refuser toute concession à l'islam et à la charia.

Aux musulmans que la laïcité dérange et qui ne se sentent pas bien en France, je rappelle qu'il existe 57 magnifiques pays musulmans dans le monde, la plupart sous-habités, et prêts à les recevoir les bras halal ouverts dans le respect de la charia.


Si vous avez quitté vos pays pour la France et non pour d'autres pays musulmans, c'est que vous avez considéré que la vie est meilleure en France qu'ailleurs.
Posez-vous la  question, juste une fois: pourquoi est-ce mieux en France que de là où vous venez? La cantine avec du porc fait partie de la  réponse.


A diffuser partout, merci.

quinta-feira, 14 de março de 2013

ALTO E PÁRA O BAILE ou UM HOMEM NÃO É DE PAU!




   Por vezes um tipo tem mesmo de se assustar. De ficar com os olhos não digo em bico mas redondos como berlindões esbugalhados. E o caso não é para menos…

   Pois não é que estávamos todos mais ou menos postos em sossego, apesar de tristes (snif) devido à morte do nosso querido líder Chávez, filado por um simples e honesto cancro – e de repente, como nos filmes do Hitchcock, ficamos todos a saber que, segundo revelou o camarada Maduro (este nome vale um soneto!) o comandante fora catrafilado sim por um truque minaz dos americanos que (de acordo com o mesmo maduro, vai ser provado por cientistas mundiais requisitados para o efeito) lho cravaram no pelo à má fila?




  Um homem não é de pau, c’um raio, esta marotice faz-nos ficar de unhas encravadas! Que é como quem diz. Trocado por miúdos: a malta do Tio Sam tem para estas maldades tecnologia que só visto.




  Mas antes de termos tempo de respirar profundamente, devido à surpresa estralejante, o mesmo nosso maduro revelou outra, se não tão bicuda pelo menos mais excitante dum ponto de vista conceptual: o oposicionista Cabrilles, que anda lá a chatear os bolivarianos com a mania das democracias não-populares e populistas, afinal… é panasca. Ou, por outras palavras, homossexual, como o excelente Maduro disse educadamente ao dirigir-se à população daquele “fim-do-mundo” sul-americano (para citarmos a expressão já histórica do bom Papa Francisco).




  Ele há coisas levadas do diabo, passe a expressão. E até ao lavar dos cestos (ou seja, até ao fim das eleições, em que o Maduro se verá posto em figura verdadeiramente presidencial, carago, ainda que não embalsamado) de certezinha que outras revelações bombásticas, de maior ou menor fino recorte, serão dadas ao Povo, para ir tirando a fotografia aos malandrecos dos não chavistas ou maduristas (não partidários das madurezas, se assim me posso exprimir).




  É só, creio eu, darmos tempo ao tempo…



segunda-feira, 4 de março de 2013

Da implosão pelo absurdo




Texto e foto aqui.

Governo repreendeu Casa da Moeda

Erros em leis publicadas em Diário da República são frequentes. Presidente da INCM, depois de queixas do Governo, emitiu uma ordem dura para ninguém alterar uma vírgula nos textos.

Parece mentira, mas não é. Os diplomas publicados em Diário da República são muitas vezes ‘retocados’ e com isso alterado o sentido original. Os casos têm sido de tal forma frequentes que originaram um puxão de orelhas do Governo à Imprensa Nacional Casa da Moeda (INCM). O presidente deste organismo difundiu uma ordem interna para ninguém alterar uma vírgula aos textos originais, sob a ameaça de sanções disciplinares.

«As regras de legística devem ser observadas pelo legislador pelo que ninguém, mas rigorosamente ninguém na INCM pode, sob que pretexto for, intervir sem consentimento expresso do gabinete do secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros no conteúdo submetido para publicação no Diário da República», afirma a deliberação do conselho de administração da INCM, a que o SOL teve acesso – datada 13 de Dezembro e que recebeu o nome de «Gralhas do Diário da República Electrónico».

No final da semana passada, foi noticiado que a lei publicada em Diário da República sobre a limitação de mandatos autárquicos, de 2005, não era igual ao que fôra aprovado: em vez de estar ‘presidente da câmara’ passou a estar ‘presidente de câmara’. Numa altura em que está acesa a polémica sobre se aquela lei limita a três os mandatos consecutivos na mesma autarquia ou permite candidaturas a outros municípios, findos os três mandatos, abria-se aqui uma nova frente de discussão. E reveladora de como a mudança de uma só letra não é inócua.

Este assunto, contudo, não vai levar a nenhuma rectificação da lei. O prazo para correcção de erros é de 60 dias, que há muito já passaram. E nenhum partido quis clarificar a lei, deixando esse assunto para os tribunais. O PS recusa-se a fazê-lo, por ter decidido politicamente não recandidatar qualquer dinossauro, contornando eventuais problemas. Enquanto o PSD considera que não há problema em recandidatá-los, com base numa interpretação da Constituição da República.

O último caso: a fusão de freguesias

Este foi só um exemplo recente de erros da responsabilidade da INCM. Mais recentemente, outros problemas ocorreram. Por exemplo, relacionados com nomes das novas freguesias que resultaram da reorganização administrativa. Aqui, o problema passou-se com a Assembleia, de onde veio a ordem de fusão de freguesias: a INCM quis alterar alguns dos nomes das novas ‘super-freguesias’, intenção que foi travada no último minuto pelos deputados.

Na sua ordem interna, o presidente da instituição, António Osório, chega ao ponto de dizer claramente que, «quando o que parecer um lapso, mesmo por demais evidente, deve ser consultado o gabinete do secretário de Estado da PCM, no sentido de saber qual o comportamento a tomar». E acrescenta: «Um acto legislativo é algo de muito importante para o país. Quem o adulterar, por distracção, negligência ou má fé, terá que ser sancionado tão severamente como a gravidade do seu acto».

Em Dezembro, foi publicada uma portaria que aprovava a Declaração Mensal de Remunerações que remetia para «a Lei nº [...] de 2012 que aprovou o Orçamento de Estado para 2013», ou seja, sem referência ao número da lei, que nem sequer estava ainda promulgada. Mas nessa ocasião o Ministério das Finanças acabou por reconhecer o lapso.

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

sábado, 3 de novembro de 2012

"Gente fixe"

(foto obtida aqui)

Ainda Alberto Gonçalves, no DN:

Um daqueles grupinhos que passam a vida a brincar no Facebook e se queixam do desemprego instigou os adeptos da bola a entoarem Grândola, Vila Morena durante o jogo Portugal-Irlanda do Norte. Em prol do efeito cénico, a cantoria deveria acontecer aos 20 minutos e 12 segundos da partida (2012, percebem?) e, segundo os preponentes, visava exibir a "senha que nos uniu em lutas passadas", já que "ombro a ombro sabemos que outro caminho é possível e que iremos percorrê-lo". Bonito. Infelizmente, absurdo e pouco produtivo.

Por um lado, não se percebe porque é que se protestam salários mínimos de 500 euros e em simultâneo se recorre ao reportório do falecido "Zeca" Afonso, intérprete e autor inspirado por modelos de sociedade onde um trabalhador mataria a mãe a troco de um salário assim. Por outro lado, com a desertificação do Interior, a Grândola perdeu pertinência: quantos portugueses se estendem à sombra das azinheiras? Por fim, não se admite confiar tamanha responsabilidade a espectadores de futebol, os quais fatalmente se distraíram a contemplar linhas de passe e, aos 20.12 m, nem um pio se ouviu no estádio do Dragão. Não houve senha. Não houve luta. Não houve união. Não houve caminho alternativo. E, rezam as crónicas, até a selecção se arrastou no relvado.

Em matéria de resistência, nada como deixar o assunto ao cuidado das figuras da cultura. Em Portugal, "figura da cultura" significa algum indivíduo que alguma vez tenha recebido algum subsídio para produzir alguma coisa por que cidadão algum se interessa. São, pois, muitas figuras. Foram, pelo menos, as suficientes para compor as manifestações de sábado passado, ainda que, fora do Porto e de Lisboa, certas manifestações tivessem tanto público quanto os espectáculos regulares de muitas das figuras em causa.

O essencial, porém, é que tudo correu conforme o esperado. Na Praça de Espanha, Maria do Céu Guerra declamou aquilo que no Terceiro Mundo passa por poesia ("O que é preciso é gente/gente com dente/gente que tenha dente/que mostre o dente//Gente que não seja decente/nem docente/ /nem docemente/nem delicodocemente"). Uma menina que não conheço leu uma glosa do Manifesto Anti-Dantas, de Almada Negreiros (se não há um comunista à mão, arranja-se um "fascista": a "cultura" só não venera democratas). O marido de uma apresentadora de variedades que aufere 24 mil euros mensais na RTP desfilou preocupado com a pobreza. Os Deolinda tocaram Parva Que Sou. E principalmente brindou-se a multidão com a nova preciosidade saída da cabeça de Carlos Mendes: A Cultura Não Se Troi-ka, que serviu de hino e cartilha ideológica das festividades.

Por mim, levo sempre a sério um movimento fundamentado no pensamento filosófico do cançonetista que nos legou Siripipi de Benguela. Eis a filosofia: "Disparamos uma bala de ternura defendendo a cultura portuguesa/e outra bala mais acesa e mais dura contra a troika vai dizer não à tristeza." E o refrão acrescenta: "Somos mais gente fixe a dizer esta troika que se lixe." Por azar, nem o sr. Mendes nem a gente fixe em geral explica o que julgam restar do país depois de lixada a troika. Talvez imaginem uma folia permanente, na qual uma minoria convencida do seu esclarecimento usa o dinheiro da ralé para obter os privilégios que a ralé não alcança e não compreende. Ou seja, o costume. Não admira que a "cultura" à portuguesa viva agarrada ao Estado: no fundo, são igualzinhos.

(imagem obtida aqui)

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

ISTO O MUNDO ANDA TODO MALUCO!



(imagem recolhida aqui)


  Dizem dizem e se calhar é verdade. Um gajo até já nem sabe o que é que há-de pensar. Fica-se meio azabumbado... como se andassem a gozar co'a malta, carago!

  Então não é que ontem me chegaram notícias que me deixam assim... meio camoesas? Um bocado encabulado, não sei se me entendem. O facto é que um marmelo me mandou a provado delito, como diria um qualquer chefe duma qualquer força policiesca, e então é assim: um exemplar em A4 dactilografado cá pelo mangas do meu Residência Fixa (que arrola o Fábrica Nocturna e o Poemas Breves), com a capa, ilustrada, também por mim feitinha manualmente e com prefácio do Mário Cesariny, está a atingir   alfarrabística e interactivamente o preço de venda de 500 Eur!


(imagem recolhida aqui)

   Mas há mais… Artistas do caneco!

   De França (uma terra de incréus e de valdevinos!) escrevem-me a contar que a tapeçaria executada por Noelle Reynaud sobre o meu cartão


África

atingiu no leilão da Galerie du Parc o montante de 38 mil Eur e houve um palerma que o adquiriu! (Enganámo-lo bem, o frascário...).

  Para tornar o caso ainda pior, o que mostra que não é só o ministro Gaspar que anda meio-choné com as Phinanças, os exemplares de que anos atrás, para me divertir e depois de ter empolgado uns uísques, fiz as capas (exemplares únicos),ou sejam


O violino do Diabo

de Peres Escrich; o


Nero

de Augusto Bailly; e o


Abdul Hamid, o sultão vermelho

de Alma Wittlin, tinham sido comprados por um bisnau qualquer por, respectivamente, 460, 350 e 320 Eur...

  Foram decerto burgueses de letras grossas os desastrados compradores. Ah caraças, que é um gosto aldrubiar assim a burguesada...!

  ...E também, rai's me partam, infirmar um político relativamente bastante conhecido, meu comparsa alentejano nos tempos post-25 de Abril em que andei na militância da época, que para me xingar tempos atrás me dizia com um ricto honesto no trombil: "Ainda andas nisso das pinturas e escritas? Mas olha ó pá, olha qu'isso não dá dinheiro...!".

   Sim. Não dará tanto como um bancozito, uma asessoriazita. Mas sempre vai dando algum, cafolhos me radem!


(imagem recolhida aqui)

sábado, 15 de setembro de 2012

A nuvem amaricana




(vem aqui, no JN)

O presidente iraniano, Mahmud Ahmadinejad, acusou os EUA de desviarem as nuvens que se dirigem para o país e de serem os responsáveis pela seca no Irão. Não é a primeira vez que Ahmadinejad acusa os EUA de conspirarem contra o seu pais mas desta vez, segundo analistas, pode ter ido longe de mais.

Mahmud Ahmadinejad acusou os EUA de desviarem as nuvens que se dirigem para o Irão. Aquele país tem um dos climas mais secos do planeta e, am algumas regiões, persiste uma seca endémica.

Para o presidente do Irão, os responsáveis por tudo isto são os norte-americanos que "estão a desenvolver um projeto sinistro para evitar que as nuvens de chuva cheguem ao nosso país e provocar, deste modo, a seca".

"O inimigo está a destruir as nuvens que avançam para o nosso país mas esta é uma guerra que ganharemos", afirmou Mahmud Ahmadinejad numa declaração que tem sido repercutida em vários orgãos de comunicação social no país.

Esta não é a primiera vez que o presidente iraniano acusa os EUA, com quem mantem uma relação hostil, de conspiração através de vários meios. Ainda assim, os analistas consideram que desta vez Mahmud Ahmadinejad pode ter ido longe de mais.

Também Hugo Chávez é exemplo de declarações semelhantes. Aquando do sismo que assolou o Haiti, em janeiro de 2010, o presidente venezuelano afirmou que este se devido "a uma arma experimental da Marinha norte-americana" que possibilitava provocar sismos. Segundo Chávez, esta arma seria usada para atacar o Irão.


sexta-feira, 27 de julho de 2012

PASCOALINAS (1)




"Proibidos contratos de 12 meses nos ginásios"


O Tribunal da Relação de Lisboa considera que os clientes de Ginásios não têm obrigação de pagar uma fidelização de serviço por doze meses, especialmente quando esse período obrigatório não traz vantagens diretas para o cliente.
                                                                              in  Fórum Diário de Notícias

 Um dos comentários rezava como segue:

  Foi importante e sensata esta decisão. É desta forma que o até aqui muito pervertido Sistema Judicial se limpa pela positiva, assim agissem todos os magistrados - com prudente consciência. Caso contrário fica-se nas mãos destes...operadores.

  Outros também apostam nessa coisa das fidelizações: recentemente a Optimus, que aliás deixei, tentou obrigar-me a pagar 250 Eur com o pretexto de que me fizera um desconto de 10 eur em dois meses já, e isso "fidelizaria". Só me largaram quando apresentei queixa na DECO e ameacei queixar-me à Procuradoria.

 "Contratos" leoninos? Ora, ora...!

                                                                 André Gameiro

Das bíblicas estupidez e má-fé