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segunda-feira, 1 de abril de 2013

Da crise do excesso de falta de abundância





Pode-se ler aqui.


Investigadores alemães concluíram que o aquecimento global contribuiu para um Inverno mais chuvoso e prolongado e que o Verão este ano não vai ser muito quente.


Filipe Duarte Santos, professor catedrático especialista em alterações climatéricas, disse, em entrevista ao Correio da Manhã, que o aquecimento global contribui para Invernos mais severos.
«No Ártico, existe uma grande quantidade de gelo a flutuar que, de ano para ano, está a perder extensão e espessura devido ao aquecimento global. Com menos gelo, há mais água a absorver radiação e a aquecer», explicou.
No entanto, o que está a surpreender os investigadores é o facto de o ar polar Ártico estar a ficar mais quente e a alterar a circulação global da atmosfera, empurrando o ar polar frio para latitudes mais baixas.
«Nas nossas latitudes (o ar polar do ártico), provoca um acréscimo de precipitação, apesar de a tendência ser para maiores períodos de seca. Estamos com uma Primavera com muita chuva, mas para o ano já poderá ser de muito calor. O certo é que teremos fenómenos mais extremos», disse  Filipe Duarte Santos

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Socialistas, não carteiristas!





(imagem obtida aqui)



Governo dinamarquês recusa ajudar maior produtora eólica do mundo

O Governo dinamarquês anunciou que não irá dar ajuda directa à Vestas Wind Systems, pelo que a maior produtora de turbinas de vento do mundo deverá necessitar de um resgate para sobreviver às dificuldades financeiras, avançou hoje a Bloomberg.

A Vestas tem registado custos superiores ao orçamentado para o desenvolvimento da turbina V112 (desenhada para trabalhar em terra e com ventos fracos e médios, produzindo 3 mega watts) e cortes nos subsídios atribuídos às energias verdes. Em Julho, a empresa anunciou que tinha chegado a acordo com os bancos para adiar o chamado teste de cláusulas financeiras, atrasando o pagamento de empréstimos depois das perdas de liquidez.

Em 2012, a Vestas efectuou duas rondas de despedimentos que atingiram mais de 3700 trabalhadores, cerca de 17% da sua força de trabalho, de modo a reduzir mais de 250 milhões de euros em custos fixos. Com grandes dificuldades em manter-se competitiva, a empresa enfrenta também uma quebra da procura na Europa e nos Estados Unidos.

“Não podemos e não ajudaremos uma empresa individualmente”, disse Martin Lidegaard, o ministro da Energia dinamarquês, citado pela Bloomberg. “É contra a política de ajuda geral do Governo”. Ainda assim, o Governo disse que não irá favorecer fornecedores locais e irá basear qualquer decisão em termos competitivos, disse Martin Lidegaard.

De acordo com os dados avançados pela Bloomberg, indústria eólica dinamarquesa, que emprega cerca de 25.500 pessoas, aumentou as exportações industriais do país em 6,4%, contabilizando um total de 8,96 mil milhões de dólares (6,94 mil milhões de euros) em 2011, de acordo com a Associação Dinamarquesa da Indústria Eólica. Já as vendas da Vestas na Europa chegaram aos 3,3 mil milhões de dólares (2,55 mil milhões de euros) no ano passado, comparando com as receitas totais de 7,5 mil milhões, cerca de 5,8 mil milhões de euros.

“A maior produtora de turbinas a nível mundial está a considerar a venda de 500 milhões de euros em acções a actuais investidores, caso as conversações para uma parceria estratégica com a Mitsubishi Heavy Industries falhem”, avançou ainda a Bloomberg.