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domingo, 9 de junho de 2013

Mas onde é que eu já ouvi isto...?





"A crise na Europa acabou"


O presidente francês, François Hollande, afirmou hoje que a crise da zona euro chegou ao fim.
"O que vocês, no Japão, têm de perceber é que a crise na Europa acabou. Acredito que a crise, ao invés de enfraquecer a zona euro, vai fortalecê-la. Agora, dispomos de todos os instrumentos de estabilidade e solidariedade. Houve uma melhoria na governação económica da zona euro, temos agora uma união bancária e regras orçamentais que nos permitirão estar melhor coordenados e ter uma medida de convergência", afirmou hoje François Hollande, no último dia de visita ao Japão.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

COM A VERDADE ME ENGANAS



(imagem obtida aqui)



 O tempo, esse supremo crítico como dizia Gide, dá-nos belas lições de vida.


(imagem obtida aqui)

 Isto, obviamente, é um lugar comum, mas como é verdadeiro, real, delicioso! E mais ainda quando o que está em causa é um francês, gajo dos quatro costados e mais um, da "douce France" republicana, coisa para endoudar de gosto qualquer mortal meteco e lambareiro pois o gajão em apreço se chama François Hollande e anda com a faixa tricolor de presidente daquela nação hoje politicamente correcta, socialista e, claro, muito patusca de vez em quando.


(imagem obtida aqui)

  Leio, com gosto e comoção, nos jornais do mundo que o salutar senhor, que ainda anteontem digamos assim fazia a sua propaganda eleitoral lambendo as babuchas aos islâmicos, nomeadamente através de reuniões "discretas" com os chefões daquela comunidade e protagonizadas por assessores seus (nas quais lhes prometiam facilidades para ascenderem, e não a Allah) fora recebido no Mali como um herói por terem as tropas francesas estrafegado PRECISAMENTE OS ISLÂMICOS terroristas acantonados naquela parte da África.

(imagem obtida aqui)

 Como diria o retintamente francês filósofo Montaigne, numa versão nossa e libérrima, "Ah carallo, que é munta mutável a vida dos nossos maiores!".






Tal como em Portugal, amigo François, vale o conceito de que, em política (de escada-abaixo) "o que hoje é verdade amanhã é mentira"? (ou vice-versa).


(imagem obtida aqui)

 Que Santa Joana d'Arc te valha, ó presidente das dúzias!


(imagem obtida aqui)

sábado, 13 de outubro de 2012

A Escola Socialista chegou a França

Se alguns alunos não têm apoio em casa para fazerem as tarefas propostas pelos professores, proíba-se os trabalhos de casa para todos. Se os alunos não estudam e reprovam, proíba-se os chumbos. E assim sucessivamente. Tudo em nome da igualdade educativa.
A França, através do seu presidente progressista, prepara-se para aplicar as façanhas que o sistema educativo português adotou nos consulados benaventista e lurdesrodrigusita. Os resultados já se adivinham e a ditadura nas escolas também: os professores que se atreverem a mandar tpc's e a chumbar alunos serão perseguidos e os pais que tiverem o topete de ajudar os filhos em casa serão denunciados.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Para um novo profetismo


(imagem pescada aqui)

No Fiel Inimigo, ontem:


É natural:

Ainda não declarou que não pagava para colocar os neo-liberais em sentido

Ainda não constituiu uma agência de rating para "regulamentar" o mercado e manter a coração que a França merece.

Ainda não aumentou o período de férias para combater o desemprego.

Ainda não reduziu o horário de trabalho para combater o desemprego.

Ainda não aumentou os impostos para aumentar a igualdade e redistribuir mais.

Ainda não mandou fechar as centrais nucleares para aumentar o emprego verde.

Ainda não proibiu a circulação de veículos a combustíveis fósseis para os substituir por automóveis eléctricos.

Ainda não vendeu todo o material de guerra para mostrar que se aumenta a segurança desarmando.

Ainda não mandou fechar as fábricas de armamento para mostrar que os franceses são pacifistas.

Ainda não mandou duplicar o número de linhas de TGV para acelerar a economia.

Ainda não mandou triplicar o nº de aeroportos para acelerar a economia.

Ainda não deu duas chapadas à sra Merkel para que os bonds avancem, e, ainda por cima, aplica AUSTERIDADE aos franceses.



Nota minha:
Não foi casualmente que dei ao post o título da obra de Raymond Abellio. Quem a leu, talvez encontre nisso o humor possível.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Françabonds

Umas Françabonds é que era: Portugal e outros que tais endividavam-se e a França assumia o risco. Se o nome não agradar, podiam chamar-se Parisbonds, sempre era mais fino, ou Hollandebonds, que era mais fofinho e solidário.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Liberdade, igualdade, normalidade



Alberto Gonçalves, a 13 de Maio, no DN:

Enquanto obedece à tradição local e enche a boca de fanfarra nacionalista para falar de "la France", François Hollande gosta de se proclamar "um homem normal". A imprensa, por lá e por cá, gostou do auto-retrato e, decerto para evitar canseiras, desatou a usá-lo com abundância nas manchetes da vitória: "uma presidência 'normal'"; "um senhor 'normal' no Eliseu"; "a vitória de um homem 'normal'", etc. O adjectivo define menos o sr. Hollande do que a concepção que o sr. Hollande e, pelos vistos, boa parte dos jornalistas têm da normalidade.

Basta espreitar o currículo do sujeito. Em 1974, ainda estudante universitário, o sr. Hollande voluntariou-se para a campanha de François Mitterrand. Mal se licenciou, conseguiu emprego numa comissão governamental. Aos 25 anos, inscreveu-se no Partido Socialista. Aos 27, concorreu ao Parlamento nacional. Não ganhou, mas viu o esforço recompensado com um cargo de conselheiro do então recém-eleito Mitterrand. Em 1983 foi vereador de uma cidadezinha do interior e, em 1988, chegou enfim a deputado, posto que perdeu em 1993 e recuperou em 1997. Pelo meio, divertiu-se em tricas partidárias e Lionel Jospin escolheu-o para porta-voz do PS. Nem de propósito, em 1997 tornou-se líder do PS, honra que lhe caberia por mais de uma década. Em 2001, pairou pela autarquia de Tulle. Desde 2008, o sr. Hollande prosseguiu o tirocínio numa presidência regional. Agora, é presidente da República.

Um homem normal? Normalíssimo, se a palavra definir as criaturas que passam a vida inteira sem, digamos, trabalhar. Esta linha de pensamento olha de viés os que algum dia arriscaram colocar o pé fora da política e experimentaram uma profissão a sério. O sector privado é coisa de excêntricos e, convenhamos, de excêntricos pouco confiáveis. Na França e aqui, o Estado é a norma.

As ideias do sr. Hollande também são normais. Naquilo que nos toca, conheço-lhe uma: a austeridade é má. E não custa nada encontrar gente, igualmente normal, que partilha a opinião. Só em Portugal, Francisco Louçã reclama o fim da austeridade, Mário Soares jura que a austeridade não faz sentido e António José Seguro, que naturalmente tomou o triunfo do sr. Hollande a título pessoal, acha a austeridade excessiva e dispõe-se a sair à rua em protesto.

É inacreditável como é que ninguém se lembrou disto antes. Afinal, a solução não passa por apertos que nos atormentam a bolsa e a existência: passa, obviamente, pelo crescimento, definição lata para a estratégia que consiste em gastar acima das possibilidades, viver de prometidos mundos e fundos, contemplar a descida das promessas à Terra, acumular dívida, rebentar com estrondo e atribuir a culpa de tudo às agências de rating, à sra. Merkel e, grosso modo, ao capitalismo selvagem.

Para surpresa de uns poucos (muito poucos), a solução dos problemas implica o regresso ao estilo descontraído que alimentou os problemas. E se a solução talvez não seja o sr. Hollande, entretanto já empenhado em desmentir os delírios de campanha e prevenir os franceses para as maçadas que os esperam, é garantido que a solução virá, no mínimo espiritualmente, de França. Chama-se José Sócrates e é, para sermos educados, outro homem normal.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Excelente imprensa

O novo presidente francês ainda não aqueceu o lugar, mas já dispõe de um excelente imprensa. Por todos os órgãos de comunicação social florescem parangonas com Hollande isto, Hollante aquilo. A notícias sobre a cimeira da NATO em Chicago são disso exemplo, parece que só lá estiveram dois presidentes: Hollande, e claro Obama.

terça-feira, 22 de maio de 2012

BONS PRINCÍPIOS…MELHORES FINS!




“O Presidente francês, François Hollande, manifestou, num primeiro encontro com o homologo turco, Abdullah Gul, na segunda-feira em Chicago, a vontade de reativar as relações bilaterais, indica hoje a imprensa turca.

"Relancemos as relações entre a Turquia e a França. Reparemos o que está danificado", respondeu Hollande ao Presidente turco, que se mostrou inquieto com a "hostilidade francesa" face à Turquia.

Hollande encontrou-se com Gul na segunda-feira, à margem da cimeira da NATO em Chicago, refere a imprensa turca.

Segundo o jornal turco Hurriyet, Gul referiu a Hollande que os dois países têm "interesses comum na generalidade dos assuntos".

"Abramos um página em branco, uma nova página. Darei instruções aos meus ministros neste sentido", afirmou Hollande a Gul, segundo o jornal turco pró-governamental Sabah.

As ligações bilaterais entre Paris e Ancara degradaram-se devido à oposição do anterior presidente francês Nicolas Sarkozy à entrada da Turquia na União Europeia e à votação, em França, de um texto que penaliza a negação do genocídio arménio, que a Turquia não reconhece.

(in Diário de Notícias)”
                                                          ***
  A mentalidade "politicamente correcta" (ou seja, levar bofetadas para não apanhar pontapés) deste senhoreco já começou a dar frutos: agora é a Turquia, em breve será a burka livre e a seguir a construção de minaretes.

  Grão a grão enche o Islão o papo.

  Aliás, foi isso o que Hollande prometeu à comunidade de mullahs que o apoiou: para quê a v/ violência, se podem ter tudo com mansidão? Hoje já é conhecida a aliança entre o "socialismo" rosa ou escarlate com o proselitismo muçulmano. Ambos são capazes de tudo para possuírem o Poder.

  Pois não...!