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terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Do intolerável





Ouvi eu, com estes que a terra há-de comer, num debate transmitido, poucos dias atrás, num dos três canais noticiosos televisivos, entre Francisco Assis, Ângelo Correia, Ribeiro e Castro e Francisco Louçã, o ex-coiso do BE afirmar, africano no europeu, algo que jamais lhe passou pela cabeça dizer anteriormente em público, no parlamento ou fora dele: que os portugueses consomem medicamentos a mais e que aquilo em que ele se opõe à política do governo é somente o facto de este retirar aos mais humilhados e oprimidos a possibilidade de tomarem aqueles de que necessitam.

Gostaria de haver anotado tudo aquilo que, de há dois meses para cá, fui apanhando da boca de políticos e jornalistas deste país, que dão bem a medida dos “políticos” e “jornalistas” que dominam o “país”. Não tive tempo para isso e muito menos para o deixar aqui registado.

Mas ontem, quando os órgãos de “comunicação” amplificaram o babujar de Mário Soares que, qual malandro sul-americano ou padrinho mafiento, sugere, por acção de interposto povo indignado, a eventualidade de uma futura-próxima ameaça à integridade física do primeiro-ministro, julgo que não restam a ninguém quaisquer dúvidas sobre a natureza e a qualidade dos vermes que refocilam na lixeira que criaram e que se dispõem a proteger o seu habitat contra qualquer tentativa de alterar o ambiente que lhes serve e os serve.

E que, afinal, não preciso de dizer mais.

domingo, 11 de novembro de 2012

Os donos dos pobres

Bastou uma frase de Isabel Jonet sobre a pobreza para o Bloco de Esquerda finalmente revelar aquilo que pensa sobre o assunto, mas nunca tinha tido a coragem de dizer. Os bloquistas julgam-se donos dos pobres e qualquer iniciativa para os ajudar, que fuja à sua cartilha ideológica, é imediatamente rotulada de fascista. Foi o que Louçã fez hoje ao marcar Jonet com o autocolante do Movimento Nacional Feminino. Sem se dar conta o Bloco de Esquerda mostrou aquilo que é e sempre foi: um partido extremista, radical e intolerante.

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

A aldeia da roupa suja

Quem diria, o partido do politicamente correto, defensor-mor da moral, da ética e da justiça, está transformado num saco de gatos. Claro que uma parte dos felinos há muito tempo que está inquieta para rumar ao PS, mas ainda não tinha surgido a oportunidade. Com a saída do querido líder as portas começam a escancarar-se. É o principio do fim do Bloco.

terça-feira, 3 de abril de 2012

As greves são assim mesmo

O líder coordenador do Bloco de Esquerda está retido em Munique devido a uma greve dos controladores aéreos franceses. Louçã viajava para Atenas a fim de participar no comício da coligação Syriza, em Atenas. 
Que chatice, mas as greves são assim mesmo. Se Louçã andasse menos de avião e mais de metropolitano, saberia os inconvenientes que as paralisações podem causar.