sexta-feira, 16 de agosto de 2013
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
A BELEZA NA FEIURA DO ISLÃ
A misoginia do islã deveria ser coisa
tão evidente quanto uma mulher de burca numa praia de nudismo. De fato, a
misoginia do islã é tão evidente quanto uma mulher de burca numa praia de
nudismo. Mas quando os fatos contrariam as ideologias, as ideologias dispensam
os fatos “ideologicamente incorretos”.
Uma ideologia, como uma religião, é
uma forma seletiva de ilusão, ou uma perda voluntária da lucidez – mecanismo
necessário para se crer nas coisas mais inacreditáveis, como virgens parindo
deuses em forma humana, depois de inseminadas pelo próprio Criador do Universo.
Dito assim, parece o resumo de um enredo de história em quadrinhos, mas é um
resumo da teologia cristã. Não vai aqui nenhum anticristianismo particular: as
religiões – como as ideologias – são ecumenicamente equidistantes da lucidez. Isso desloca os consagrados
termos do velho antagonismo entre razão e fé. A fé pode utilizar e utiliza
instrumentos racionais, ao lado dos irracionais, para se estruturar e defender
seus argumentos; mas, sinônimo de crença, ela é verdadeiramente incompatível
com a lucidez: mitos religiosos e modelos ideológicos são inverossímeis, ou
seja, dessemelhantes à realidade, enquanto a lucidez é a capacidade de
separar os fatos das fantasias.
Tudo isso para dizer que a misoginia
do islã só pode ser desevidenciada por força da falta de lucidez, ou seja, da
fantasia e da ilusão. E não me refiro aqui aos muçulmanos (que, aliás, não negam sua
misoginia, mas a defendem por inúmeros argumentos, apesar de lhe recusar seu
nome), mas aos ocidentais mais ou menos influenciados pela ideologia hoje
francamente disseminada do “politicamente correto” – que prefiro chamar do “culturalmente
correto”. Não é culturalmente correto reconhecer a misoginia como traço
dominante do islã. Portanto, o islã não é predominantemente misógino.
O que
parece, então, evidentemente misógino no islã deve ser “interpretado”, “circunstancializado”,
“relativizado”. O mesmo, obviamente, poderia ser dito de toda forma de preconceito,
incluindo o racial e o antissemita. Mas ideologias são seletivas. Hoje, importa
“relativizar”, “circunstancializar”, “interpretar” os mais evidentes e
evidentemente mais feios traços dominantes do islã, como a misoginia – ao mesmo
tempo em que, para garantir a ocupação do campo de debates, tenta-se lançar à lona os resistentes, sob a pecha sem meias medidas da “islamofobia”.
Mas se a crítica ao islã é sinônimo automático de “islamofobia” apenas na cabeça
apequenada dos “culturalmente corretos”, o islã é larga e profundamente misógino na
mais crua realidade dos fatos.
É, portanto, natural que a beleza
feminina seja incompatível com os “valores islâmicos”. O islã convive melhor
com a feiura. Ao se encobrir ou se esconder (dentro das casas) as
mulheres, o que se esconde e se encobre é, além da mulher, a possibilidade da
beleza feminina.
Frequentemente são notificados
episódios que desvelam tais fatos, mas eles logo afundam no raso e revolto mar
de informações diuturnas. Desta vez, antes que afunde, tento manter um desses
inacreditáveis episódios à tona um pouco mais.
VEREADORA É IMPEDIDA DE ASSUMIR CARGO NO IRÃ POR SER 'BONITA DEMAIS'
Uma jovem candidata a vereadora
no interior do Irã foi impedida de assumir o cargo por ser "bonita
demais", segundo a imprensa local.
Candidata em Qazvin (norte), Nina
Siahkali Moradi, 27, obteve 10 mil votos na eleição ocorrida junto com o pleito
presidencial, em junho.
O resultado a colocou na 14ª
posição num ranking que qualificava os 13 primeiros entre 163 candidatos.
Com a desistência do primeiro
colocado, Moradi entrou na lista dos vencedores. Mas conservadores barraram sua
ida à prefeitura.
"Seus votos foram anulados
por [causa de] suas credenciais", disse Reza Hossaini, do comitê local de
monitoramento de eleições.
"Não queremos uma modelo
desfilando na prefeitura", disse um clérigo local.
Seus adversários já a haviam
acusado de manter um comitê de campanha que atraía comportamentos incompatíveis
com valores islâmicos.
Moradi conquistou apoio ao defender direitos da mulher e incentivos culturais.
Moradi conquistou apoio ao defender direitos da mulher e incentivos culturais.
A falta seletiva de lucidez imposta por toda crença
para poder ser mentalmente absorvida por seu seguidor (por exemplo, todo muçulmano
acredita que Maomé subiu ao céu montado num burrico mágico), se afeta, digamos,
a “visão mental” da realidade, não afeta a visão em si, como este mesmo caso demonstra.
Não há como discordar da acuidade
visual dessas autoridades islâmicas quanto ao fato de Nina Moradi ser uma mulher
bastante bonita (ainda que eu discorde de ela ser "bonita demais"; não por ser bela de menos, mas porque não creio que qualquer beleza possa ser excessiva). Porém minha concordância com tais autoridades começa e termina aí: é impossível palatar uma religião que teme a beleza,
ou as pretensões “democráticas” de um regime e de uma ideologia (o islã
político) capazes de usar a beleza para impugnar, repugnantemente, uma eleição
e uma eleita (sou míope, mas votaria na srta. Moradi de olhos fechados; refiro-me, claro, ao último parágrafo da notícia em questão).
PS. Naturalmente, muito mais séria e muito mais feia é a face do que acontece agora no Egito. Mas se a matança promovida pelo exército não pode ser defendida, a repressão política à Irmandade Muçulmana (que aliás chegou ao poder em aliança com os salafistas, os mais fascistas entre os fascistas islâmicos) não pode ser evitada, ao menos segundo a demanda da população egípcia, que saiu às ruas aos milhões pedindo a deposição do governo Morsi, afinal realizada pelo exército. Entre outras coisas, porque a Irmandade Muçulmana ignora os principais preceitos da democracia, como a defesa das minorias. O fato de Morsi ter sido eleito com 65% dos votos não lhe facultava o direito de tentar implantar um regime de viés totalitarista, impondo à totalidade da sociedade egípcia seus preceitos islamizadores. Por isso ele foi derrubado, não por qualquer antidemocratismo irredimível do exército. Irredimivelmente antidemocrático é o islã político. Na confusão e na estultícia de se tentar reduzir democracia a rito eleitoral, e portanto pretender que qualquer partido, ideologia ou governo é automática e necessariamente democrático por ter conquistado maioria numa dada eleição, pode-se, eventualmente, eleger mesmo alguém chamado Adolf Alois Hitler. Um governo não é democrático porque eleito democraticamente, mas porque, além disso, governa de modo democrático. Nenhum governo islâmico jamais passou por este teste (incluindo o famoso “caso turco”, em que Erdogan apenas foi mais hábil em enganar mais pessoas por mais tempo).
domingo, 11 de agosto de 2013
Intellectuals and Society
Algum professor terá coragem para projectar este vídeo, por exemplo, a turmas do secundário? Qual a reacção da "classe"? Qual a reacção dos luminários "intelectuais"? Qual a reacção dos alunos face ao que lhes foi sendo impingido ao longo dos anos?
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
LULA, O IDIOTA MAIOR, E A GRANDE REVOLTA DOS IMBECIS
Antes que
algum idiota hipotético e conotativo pense em me processar por difamação,
injúria, calúnia ou qualquer outra fina figura jurídica, esclareço e adianto
que a palavra idiota no título e no
restante do texto é usada em sua condição denotativa. Nesta, a palavra,
derivada diretamente do grego idiotés,
significa privado, particular, em oposição a público e a político. Pois no
mesmo grego, político, ou melhor, politikós, é o relativo à comunidade, à
cidade, mais exatamente, à pólis. O
cidadão (habitante da cidade) que a ela se dedica é, portanto, politikós – enquanto aquele que lhe dá
as costas para cuidar de seus negócios pessoais, particulares, privados (numa
palavra, idiói), é um idiotés.
A conotação de imbecil, burro e/ou
cretino, em todos os sentidos destes termos (cretino, por exemplo, é
originalmente um termo médico, equivalente a débil mental), que a palavra idiota adquiriu, advém do fato de que,
para os gregos, só podia haver vida inteligente no âmbito politikós, em que um homem era posto à prova, ao mesmo tempo, em
suas virtudes e em suas capacidades, incluindo iniciativa, coragem,
conhecimento, honestidade e discurso político
para falar na assembleia dos cidadãos; nada disso era demandado ou testado no
cuidar de seus negócios particulares.
Mas Lula é, por profissão, um
político. Se é, ao mesmo tempo, um idiota, é um idiota político, ou um político
idiota, o que denotativamente é igual. Igual e igualmente contraditório: pois
como pode um homem ser ao mesmo tempo dedicado à pólis, à política, à coisa
pública, e se dedicar apenas às suas questões pessoais, particulares, e ser
assim um idiota? A resposta está na traição da política, na sua inversão ou
subversão. Se a política perde sua substância ou natureza de coisa pública,
passa a ser idiota sem com isso se tornar contraditória. Pois sua contradição
estaria, então, com a própria política em seu sentido original.
Tudo fica mais claro ao se comparar e
contrastar com outro par de conceitos, o político e o estadista. Se o político
é aquele que se dedica à pólis, o estadista é quem se dedica ao Estado. Mas isto
em suas denotações, que, neste caso, esclarecem pouco ou nada face às suas
conotações. Começando pelo último, um estadista é o político que deixa de lado
seus interesses particulares pelo interesse maior do país. O caso paradigmático
notório da política contemporânea é Nelson Mandela. Depois de 27 anos de prisão,
foi libertado e alçado à condição de presidente. Mas exerceu apenas um mandato,
sequer se candidatando à reeleição. Houve vários motivos, mas o principal e talvez
menos conhecido foi o fato de que Mandela afrontou a maioria das demais
lideranças do CNA (Congresso Nacional Africano), seu partido e maior partido do
país, a fim de barrar o caminho da revanche ou vingança contra a minoria branca,
depois do fim do apartheid. Essa
tendência era forte o bastante no partido para que Mandela tivesse de usar todo
seu cacife político a fim de abortá-la, com isso evitando uma guerra civil e a
destruição do país. Mas também garantindo o fim de sua curta e tardia estadia
no poder. Ao contrário e à diferença do estadista, o político comum deixa de
lado os interesses maiores do país por seus interesses pessoais. Portanto,
apesar da aparente contradição, a maioria absoluta dos políticos é idiota. No
caso brasileiro, Lula é, então, apenas o mais idiota deles. Ou o maior idiota
entre eles.
Depois de vinte anos de oposição, em
que Lula e o PT firmaram e afirmaram serem um político e um partido políticos,
que queriam chegar ao poder para tirá-lo das mãos dos idiotas, dos grupos de oligarcas
que loteavam o Estado em causa própria, para devolver o Estado à cidadania, à
cidade, à pólis, o que se viu foi o contrário. Ou seja, a transformação do PT e
de Lula em mais um partido e em mais um político idiotas, ocupados e
preocupados em seu interesse maior, principal e, no limite, único, seu projeto
particular (ou idiota) de poder. Isto é fato notório e indiscutível. Menos
notório hoje, pois relativamente esquecido (ainda que igualmente indiscutível),
foi o primeiro e principal motivo alegado para tal transformação. Ele pode ser
resumido na palavra “governabilidade”, e assim traduzido: as reformas que
fariam do Brasil um Estado cidadão, em vez de um Estado ladrão ou idiota, que
toma muito de quase todos para dar muito a poucos e muito pouco aos demais, ou
seja, as reformas política, fiscal, jurídica e educacional, para começar, não
foram então implantadas porque o “sistema político” idiota não o permitiu.
Logo, façamos o possível – o que, na prática, se traduziu em não fazer nada
para transformar o Estado brasileiro de idiota para político. Mas já que
estamos aqui, ao menos usemos o idiota do Estado brasileiro para servir ao nosso
próprio grupo de políticos idiotas. Afinal, somos idiotas, mas não imbecis.
Há todavia um porém: Lula e o PT
tinham, quando de sua primeira eleição presidencial, um cacife político enorme,
que ninguém jamais soube ou saberá se suficiente para afrontar, ao menos em
parte, e em que parte, a arraigada idiotia da política nativa. Porque esse
afrontamento, em nome das reformas que eram a própria razão histórica e
política do PT e de Lula, não foi na verdade tentado. Se não foi tentado,
afirmar, como fariam depois Lula e o PT, que era a priori impossível, é retórica, falácia, sofisma ou mentira. O
fato insofismável é que Lula e o PT logo se tornaram apenas e simplesmente uma
nova parte da velha massa de políticos idiotas, e estamos conversados.
É a idiotia do PT em geral e de Lula
em particular que explica a recente revolta da cidadania brasileira contra a
idiotia da política nacional. Pois se o partido e o líder que se fizeram
historicamente, no período posterior à ditadura militar, como aqueles que
repolitizariam essa política, ou a desidiotizariam, não o fizeram, e se além de
não o fazerem a reforçaram, tornando-se os mais idiotas da política nativa, ou
seja, os mais agarrados ao seu projeto particular de poder, deixava então de
existir, em todo o espectro político brasileiro, qualquer opção dirigida a essa
repolitização ou a essa desidiotização da política.
Nesse contexto, o papel do mais que
idiota governo Dilma, com sua aliança figadal com os maiores idiotas políticos
do país, conhecidos como oligarcas ou fisiológicos, agrupados em siglas como o
PMDB e atendendo por nomes como José Sarney, Renan Calheiros e Paulo Maluf
(apoiador do candidato de Dilma, de Lula e do PT em São Paulo, Fernando
Haddad), foi o de confirmar e reconfirmar, depois da radicalmente idiota “era
Lula” (cujo grande esforço político seria afinal fazer seu sucessor, a própria
Dilma), o completo abandono, pelo PT, do resgate da política pelo combate à
idiotia. Com isto confirmado e reconfirmado, não havia mais saída da
idiotização da política senão fora da política idiota. O que explica a
cidadania tomar as cidades, único caminho restante para retomar o que é da pólis,
a política que merece o nome.
Lula, o grande idiota da política
brasileira contemporânea, está, portanto, completamente certo quando afirma e
reafirma, como vem afirmando e reafirmando, que a recente revolta popular no
Brasil se deve aos seus governos. Não, obviamente, para quem não é minimamente estúpido,
pelos motivos que alega, ou seja, suas “grandes conquistas”: segundo Lula, o
idiota maior da política menor brasileira, que portanto acredita poder enganar
a todos todo o tempo, o aumento de consumo “por ele” conquistado seria a causa
dessa revolta, pois os perfeitos imbecis dos cidadãos brasileiros, ao perceberem,
por obra e graça de Lulinha, o Grande, que podiam consumir, não se contentariam
mais em ser tratados, digamos, como perfeitos imbecis pelo Estado idiota brasileiro,
como sempre o foram. Ocorre que tais famosas “conquistas” lulopetistas não
incluem nenhuma das reformas históricas necessárias para resgatar a política
brasileira – pois limitadas, fundamentalmente, a esse famoso aumento de consumo
pelos mais despossuídos, sem sequer o incremento da produção e da
produtividade, pelo lado econômico, ou da educação, pelo lado da cidadania. E sem
falar do exercício podre do poder. Cuja podridão se espalha, afinal, por todo o
país, envolvendo desde a infraestrutura física (daí a famosa “[i]mobilidade
urbana” tornar-se um problema intratável) até a superestrutura moral (daí o
país ser o infame recordista planetário de mortes por assassinato). O Brasil é,
enfim, um país apodrecido (podre o poder, podre a educação pública, podre a
saúde pública, podre a segurança pública, podre tudo o que é público), liderado
por idiotas e habitado por imbecis. Até ontem.
De fato, a recente revolta popular no
Brasil se deve diretamente aos governos da “era Lula”, incluindo o de sua
sucessora, seguidora e títere: mas apenas porque tais governos foram a maior e a
mais evidente traição histórica recente à promessa jamais resgatada, por nossa
superidiota classe política, de politizar a política brasileira. Isto será
então necessariamente feito, não importa como, pelos ex-imbecis, afinal
desimbecilizados pela insuportável demora dos inquilinos do poder em se
desidiotizar.
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
Interrogações - 1
(imagem obtida aqui)
Tenho andado ausente por motivos relacionados com trabalhos que tenho em mão e prevejo continuar assim durante mais algum tempo. Mas continuo atento ao que se passa no país, que considero catastrófico para todos nós, mesmo para aqueles que julgam lucrar com a balbúrdia que estabelecem. E como não tenho, de momento, possibilidade de espalhar à net o que me vai na mente e na ialma, limitar-me-ei, para já, a ir deixando por aqui algumas interrogações. Eis a de hoje:
Porque será que apenas os ministros, suas equipas, e pessoas de confiança de Passos Coelho são sistematicamente atacados, vilipendiados ou ridicularizados por todos (oposição e baronatos dos partidos do governo) enquanto os de Paulo Portas e os pertencentes à velha guarda do PSD passaram - até agora... - incólumes ou quase?
terça-feira, 6 de agosto de 2013
Dos defensores do "natural"
No Brasil, a reserva índia que retirou trabalho aos índios expulsando a generalidade deles e condenando todos a vegetar dependentes de subsídios estatais. Entretanto, fazendas produtivas e empregadoras desapareceram dando lugar ao nada.
Não consta que os esquerdalhos legisladores sob inspiração do ar-condicionado tenham para lá ido exercitar o modo de vida que defendem.
Não consta que os esquerdalhos legisladores sob inspiração do ar-condicionado tenham para lá ido exercitar o modo de vida que defendem.
domingo, 4 de agosto de 2013
Programação na escola
Para
além de haver interesse em que crianças aprendam a usar um computador (para tarefas realmente úteis e não como ferramenta de contentamento ou para contorno de esforço mental),
interessa que aprendam a fazer alguma programação. É de programadores
que nasce o desenvolvimento, seja com ferramentas que produzem código
pré-digerido seja escrevendo código de baixo nível.
A indústria está geralmente dependente de sistemas de controlo muito pequenos em que microcontroladores são programados em linguagem de substancial baixo* nível.
*Linguagens de baixo nível não são coisa para tótós.
A indústria está geralmente dependente de sistemas de controlo muito pequenos em que microcontroladores são programados em linguagem de substancial baixo* nível.
*Linguagens de baixo nível não são coisa para tótós.
sábado, 3 de agosto de 2013
Divulgação
Exposição de Pintura de Pedro Olaio (filho)
Abertura: Sábado, 03 de Agosto, às 16h00, na Quinta Outeiro da Luz,
Chaque, Branca - Albergaria-a-Velha
Laudator: Professora Doutora Isabel Faria
Momento musical: Fado de Coimbra por Pedro Olayo (filho)
Referências biográficas:
Pedro Olayo nasceu a 2 de Setembro de 1930, em Coimbra, onde sempre viveu.
Aprendeu a arte com os mestres José Contente e Edmundo Tavares. Viajou e
estudou pela Europa do Sul, sobretudo em Madrid e Paris. Acabou por escolher
Itália para a graduação, licenciando-se em Belas Artes, pela Academia Araldica
Internacionale Il Marzocco, em Florença.
É, acima de tudo, um espatulista, mas também trabalha a aguarela como
poucos. A sua primeira exposição foi em 1951, na saudosa na Galeria de “O
Primeiro de Janeiro”, na Rua Ferreira Borges. Esteve na fundação do futuro
Círculo de Artes Plásticas. Expôs um pouco por todo o mundo. Está representado
em inúmeras colecções.
Está representado nos Museus Machado de Castro (Coimbra), Museu Regional da
Guarda, Museu da Marinha, Casa Museu Maria da Fontinha (Castro Daire), Fundação
Dionísio Pinheiro (Águeda), Museu Municipal de Santos Rocha (Figueira da Foz),
Museu de Arte Moderna e em museus de Copenhaga, Estocolmo, Amesterdão,
Barcelona, Madrid, Málaga, Leon, Haia, Londres, Paris, Lyon, Marselha, e
Luxemburgo e ainda no Bristol Community College Arts Center de Mass (Estados
Unidos da América).
Foi premiado na Exposição de Artes Plásticas na Universidade de Filadélfia,
bem como na Venezuela, México, Argentina, Brasil e Japão. Está representado nas
colecções particulares da Rainha Isabel II de Inglaterra e de Hassan II, de
Marrocos.
É uma honra e um privilégio receber Pedro Olayo (Filho), um dos mais
talentosos pintores portugueses ou dos mais consagrados da ambiência ibérica.
Horário da Exposição:
Sábados – das 09h00 às 12h00; Domingos – das 15h00 às 18h00; Quartas – das
18h00 às 20h00; ou por marcação 963994458 / 960389076
sexta-feira, 26 de julho de 2013
domingo, 21 de julho de 2013
Lembram-se daquela velha anedota?
Na África do Sul, antes do fim do apartheid, dois negros são atropelados por um branco. Um deles entra no automóvel pelo pára-brisas; o outro é projectado à distância.
O caso vai a tribunal e o juiz condena ambas as vítimas: a primeira, por invasão de propriedade; a segunda, por fugir do local do crime.
sábado, 20 de julho de 2013
Deus, que me lembre, nunca formou nem chefiou exércitos ou gangs...
Mas cá estão eles para O corrigir!
P.S. - Já agora, uma pergunta: porque será que eu ainda não ouvi referências que se vejam na nossa social-comunicação? Não acredito que seja por causa de Hollande ser... o que é.
P.S. - Já agora, uma pergunta: porque será que eu ainda não ouvi referências que se vejam na nossa social-comunicação? Não acredito que seja por causa de Hollande ser... o que é.
quinta-feira, 18 de julho de 2013
Aula de Pentateuco dada por teóloga feminista
O Adão comeu a maçã e pecou.
Se tivesse comido a Eva
ainda estaria no Paraíso.
(Recebido por e-mail)
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