Nicolau Saião, Para que a Terra não esqueça (180x200)
Nada de estórias. O regime dos mullahs, com o seu cinismo chico-esperto, tem estado a pedi-las. Na verdade, representam um perigo para todo o mundo e não apenas para Israel. Pese à agit-prop incessante das quintas-colunas bem espalhadas pela Europa das pátrias que, não há muito tempo ainda, vociferavam nas estâncias onde gostavam de se pavonear, "Antes vermelhos que mortos".
Os de melhor memória, ou menos velhacos, lembrar-se-ão decerto.
De modo que é assim: se os (não tenhamos medo
das palavras) islamofascistas, pé-ante-pé, continuarem a tomar-nos a
todos por parvos, na boa tradição dos seus émulos, embora ocidentais
Hitler e Estaline, é necessário e imperioso serem travados - antes que
num rasgo de vivacidade e porque o Allah é muito grande, escaqueirem o
mundo habitável.
O cartão para tapeçaria que vai junto, feito
com a mão esquerda por causa das moscas, dedico-o aos heróicos soldados
israelitas que terão como missão honrosa e honrada fazerem morder o pó
ao seráfico Amadinejhad e seus capangas.
E que a Terra não esqueça...
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